quarta-feira, junho 16, 2021

Oficina de Mães promove discussão sobre o preconceito no mercado de trabalho 

O mercado de trabalho evoluiu, mas a mentalidade de gestores e profissionais nem tanto, principalmente no que diz respeito à contratação de mulheres mães para o mercado de trabalho. No entanto, de acordo com a especialista em gestão de carreira, Sumaia Thomas, nem sempre o motivo é o preconceito e seus vieses inconscientes, muitas vezes é desconhecimento das capacidades advindas da maternidade que tornam uma profissional mãe ainda mais atraente para a empresa.   

Uma pesquisa realizada pela Infojobs em 2020 descobriu que 51% das mulheres afirmam já terem experimentado uma experiência desagradável em entrevistas de emprego. Uma das principais causas é o fato de serem mães com filhos pequenos. Um outro estudo, do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) apontou que o nível de participação das mulheres no mercado de trabalho se igualou ao de 1990, um retrocesso e tanto. 

A Oficina de Inovação e Colaboração sobre Maternidade e Trabalho, idealizada pela consultora Sumaia Thomas, tem como foco apoiar justamente as empresas que, apesar de oferecerem diversos benefícios às mulheres, tais como licença estendida e sala de amamentação, não conseguem engajá-las ou retê-las por questões que contemplam a chegada da maternidade na vida de suas profissionais. 

“Por meio de um trabalho conjunto entre homens e mulheres que já atuam na operação da empresa, nós criamos soluções personalizadas para que o ambiente organizacional se torne mais atrativo e “motherfriendly”, destaca Sumaia. 

Mas, se é verdade que as empresas precisam desconstruir alguns mitos ligados à atuação de mulheres no mercado de trabalho, o contrário também é verdadeiro. As mulheres não têm obrigação de retomarem a carreira após a maternidade. “Ser mãe em tempo integral não é um problema, e sim uma escolha. O importante é reconhecer o momento e as necessidades de cada uma”, ressalta a especialista. 

Para aquelas que decidem conciliar e encontrar equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, os desafios são muitos, mas os frutos também. Uma pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que mulheres na gestão das empresas poderiam aumentar os lucros entre 5 a 20%, bem como a equidade de gênero em cargos de liderança poderia contribuir com US$ 28 ao PIB Global 

O cenário é positivo, mas quando não existe uma estratégia integrada entre empresa e colaborador, 48% das mulheres tendem a deixar o mercado de trabalho até o primeiro ano de vida do bebê. Em contrapartida, quando a organização tem um plano para reter, motivar e engajar, as chances de uma mulher e mãe sair do emprego para cuidar da família caem para apenas 2%. 

A palestra “A mulher, a mãe e os desafios de carreira”, ministrada pela especialista em gestão de carreira Sumaia Thomas, busca avaliar e desenvolver competências para que líderes e equipes consigam viver em um ambiente humanizado e, ao mesmo tempo, rentável. 

“É certo que todas têm seu potencial e plena capacidade de se desenvolverem profissionalmente, mas também é importante alinhar características da personalidade e o hall de habilidades com a cultura organizacional para que ambos tenham sucesso”, explica Sumaia. 

“Em nossas consultorias, utilizamos um dos únicos testes de personalidade validados e comprovados cientificamente, o Hogan. Sem essa avaliação, qualquer direcionamento seria mera suposição nas fases mais impactantes da maternidade no trabalho. O nível de precisão e curadoria dos testes Hogan permite prever o que pode ou não funcionar em cada cenário da gestação ao retorno ao trabalho”, acrescenta a consultora.  

Para contratar essa e outras soluções para sua empresa, acesse www.sumaiathomas.com.br ou envie um e-mail para consultoria@sumaiathomas.com.br 

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